PLATAFORMA DIVERSIDADE NA LIDERANÇA

29 e 30 de Novembro de 2017 - Villa Blue Tree - SP

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Artigo:

Como 14 empresas trabalham para ter mais líderes mulheres

A diversidade de gênero é um tema cada vez mais discutido no Brasil e no mundo. Consequentemente as empresas passaram a criar mais iniciativas e oportunidades para incentivar as mulheres a assumirem mais posições de liderança dentro das equipes.

Entre as ações das empresas estão home office, horários flexíveis, mentoria,  coaching, treinamentos exclusivos, reserva de “cotas” e outras inciativas.

Esse apoio é positivo para os funcionários e também para as empresas. Um estudo da McKinsey mostrou que as organizações que tinham uma ou mais mulheres em cargos executivos apresentavam um retorno sobre o patrimônio 44% maior e a margem de lucro, antes dos impostos, 47% acima do que o registrado pelas empresas que tinham apenas homens nessas posições. O estudo foi realizado com 345 empresas de seis países da América Latina, incluindo o Brasil.

Listamos abaixo 14 empresas que estão criando novos projetos e ações para promover a liderança feminina. Conheça-as:

 

Unilever

A Unilever vem aumentando o número de mulheres em posições de liderança. Nos últimos três anos, essa presença cresceu 15% e quase alcançou a equidade. A empresa incluiu atividades de mentoring, coaching e networking voltadas ao público feminino e permitiu a flexibilidade de horários no trabalho para chegar a esses números.

Ericsson

Hoje, 23% dos funcionários da Ericsson são mulheres. A empresa quer até 2020 um terço da empresa seja representado pelo público feminino, e para chegar lá, a companhia fomenta discussões sobre liderança feminina entre as suas colaboradoras e oferece coachs internos e externos.

A Ericsson também possui um projeto pelo qual executivas visitam escolas técnicas e de ensino médio para estimular as estudantes a escolherem profissões no mercado de tecnologia. No Brasil, 19% dos postos de gestão são compostos por mulheres.

Groupon

Por meio do projeto Women@Groupon, a empresa convida mulheres líderes reconhecidas no mercado a falarem sobre carreira para suas funcionárias. O Groupon também trabalha com estratégias de mentoring entre gestoras e subordinadas.

No mundo todo, 47% dos colaboradores são mulheres e no Brasil, o número chega a 58%, sendo que 41% dos cargos de chefia são ocupados por elas.

Vale

A Vale tem um projeto de equidade de gênero que aborda discussões sobre a participação feminina no mercado de mineração e inserção do tema em treinamentos. Foi desenvolvido um projeto piloto em que 13 líderes se tornaram mentoras de 13 funcionárias no início da carreira, e uma nova fase desse projeto deve começar esse não. Atualmente 12,2% das gestoras são mulheres.

Accenture

A Accenture aumentou em cinco anos a presença feminina na liderança de 17% para 28,4%. A meta da empresa é alcançar pelo menos os 30%, e para isso está analisando os pedidos de demissão das funcionárias e criando medidas de incentivo.

A companhia começou a realizar eventos e treinamentos específicos para o público feminino, e permite horários flexíveis, oferece licença maternidade de seis meses e permite que as funcionárias mães trabalhem de casa durante meio período até que os bebês completem um ano.

Atualmente, 38% dos colaboradores são mulheres.

Bacardi

A empresa possui uma série de medidas para incentivar a participação feminina, como a inclusão de pelo menos uma mulher em cada processo de seleção para posições de gerência, e aumento da licença maternidade para seis meses.

Os números também são animadores, em 2010, as mulheres representavam 26% da equipe e a 15% dos cargos de gestão da Bacardi, e hoje os números chegam a 30% e 70%, respectivamente.

TozziniFreire Advogados

Em 2014, a empresa criou um projeto que mensalmente ajuda as mulheres a assumirem uma postura de liderança, por meio do qual são realizados encontros para discutir temas como carreira e equilíbrio com a vida pessoal.

Além disso, o escritório promove mentoring e treinamentos voltados para o público feminino.

Hoje, as mulheres representam cerca de 60% da equipe. Entre os 78 sócios, elas são 27 e entre os 72 advogados seniores, 43.

Philips

A empresa implementou um sistema que permite o home office uma vez por semana e passou a ter 50% a mais de mulheres entre os colaboradores em dois anos.

A cada três sucessores preparados para os cargos de liderança, pelo menos um tem que ser mulher. Com essa regra, a empresa quase dobrou a participação feminina na sua equipe.

Na América Latina, 47% dos colaboradores da organização são mulheres e, no Brasil, 40%.

Itaipu Binacional

A Itaipu Binacional tem um programa de equidade de gênero desde 2003, por meio do qual realiza oficinas específicas para mulheres. Além disso, foram adotados horários flexíveis. Todas as iniciativas fizeram com que o percentual de mulheres nos níveis gerenciais dobrasse.

Hoje, dos 3.170 funcionários da companhia, 19% são mulheres e nos níveis gerenciais, 21%.

Avon

De acordo com a Avon, a empresa foi a primeira a oferecer berçário interno e licença maternidade de 180 dias. Atualmente possui diversas ações para estimular as mulheres a assumirem postos de liderança, como equidade salarial, home office e horários flexíveis.

Dos 6,5 mil colaboradores no Brasil, 62% são mulheres, e a companhia tem uma vice-presidência global dedicada exclusivamente à diversidade.

Schneider Electric

A Scneider tem o objetivo de que 40% de seus colaboradores sejam mulheres. Para alcançá-lo, a empresa criou um grupo de gestores que se reúne periodicamente para identificar as dificuldades que as mulheres enfrentam e que impedem que elas assumam cargos de liderança, e criam soluções para contorná-los.

Atualmente 25% dos funcionários são mulheres e 16% ocupam posições de gestão.

Eurofarma

A Eurofarma trabalha com diversas ações para incentivar as mulheres a assumirem cargos de liderança, como: licença-maternidade de seis meses, creche interna, permite saídas antecipadas às sextas-feiras e horários flexíveis.

Em sua unidade de Itapevi, a empresa oferece consulta com médico ginecologista e exame de ultrassonografia.

Não é à toa que 52,4% dos colaboradores da empresa são mulheres e dos cinco vice-presidentes, três são do sexo feminino.

Masisa

Desde 2012, a Masisa passou a exigir que 50% dos candidatos escolhidos para participar de seus processos seletivos fossem do sexo feminino.  Em dois anos, a iniciativa ampliou de 15% para 18% o número de mulheres na empresa e na diretoria de zero para 50%.

IBM

A IBM promove mesas redondas e treinamentos sobre carreira voltados ao público feminino. A empresa também possui alguns benefícios como semana de trabalho comprimida, home office e horários flexíveis. Nos processos de sucesso para cargos de gerência e técnicos, a companhia busca garantir a representatividade feminina na lista de candidatos.

 

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